A obesidade e o seu tratamento clínico

Oi, está bem? chamo-me Anna Paula, trabalho como manager em Emagrecentro no Jabaquara. Eu sou mamãe e guru da fitness nas horas vagas. Tenho uma vida ativa e saudável e sou apaixonada por novos desafios, este artigo é feito para você, aproveite…Hoje vamos apresentar para vocês a obesidade e o seu tratamento clínico, mas fique ligadinho, logo vai conhecer ainda mais

Não basta definir o grau de obesidade de um sujeito que vai ao consultório do médico ou psicólogo. É necessário conhecer seus antecedentes, seus hábitos alimentares, os problemas ou complicações psicológicos ou sociais condicionados por essa situação, as possíveis causas que contribuíram para seu desenvolvimento , etc., antes de orientar ou recomendar uma diretriz terapêutica. Quais, então, são os pontos importantes a serem enfatizados na história clínica de um paciente obeso?

A história familiar da obesidade deve ser investigada porque é muito comum que os obesos tenham pais ou outros membros da família que sejam obesos. A incidência de obesidade em vários membros da família, além de reforçar a hipótese de influência genética, é um mau prognóstico para a solução da obesidade do paciente.

A obesidade e o seu tratamento clínico

Também é importante conhecer os hábitos etológicos e tabágicos

Assim que eles significam uma tendência à dependência, e por suas repercussões no momento de elaborar uma dieta. Também é fundamental avaliar os possíveis fatores psicológicos que podem influenciar a obesidade e a série de alterações comportamentais que essa situação pode causar, já que alguns ou outros estão presentes na maioria dos sujeitos obesos.

Questionar sobre a atividade física nos fornece informações sobre os gastos de energia, e é importante ao projetar a ingestão calórica. Além disso, fornece-nos informação sobre um possível factor que favorece a obesidade: a falta de actividade física intensa. O balanço energético também pode ser influenciado por uma série de medicamentos ou medicamentos tipo hormônio que favorecem a economia de energia e, portanto, a obesidade.

E, finalmente, temos de ter em conta a situação socioeconómica do indivíduo, que pode influenciar tanto a génese da obesidade como as possibilidades que terá de seguir um tratamento.

É sempre necessário investigar a presença de sinais ou sintomas que orientem para a existência das condições mais frequentes associadas à obesidade: diabetes tipo II, doenças cardiovasculares, insuficiências respiratórias (síndrome da apneia do sono), colecistopias, osteoartrite, gota, dislipemias, etc.

O exame físico deve incluir, para além de uma avaliação do grau de obesidade, um exame clínico dos principais sistemas e dispositivos e um exame pormenorizado para excluir doenças como a síndrome de Cushing ou o hipotiroidismo.

As análises clínicas devem ter como objetivo excluir a existência de condições metabólicas (diabetes, hiperuricemia, hiperlipidemia) ou endócrinas associadas.

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