Obesidade e comportamentos alimentares

Hei, pessoal, está bem? meus amigos são Anna Paula, cuido de da unidade Emagrecentro no Jabaquara. Eu sou mãe e guru da manutenção física no meu tempo livre. Vivo uma vida bem saudável e sou apaixonada por novos desafios, este blog é feito para você, aproveite…Hoje nos referimos a obesidade e comportamentos alimentares, até mais. ?

A maioria dos comportamentos que emitimos diariamente persiste por causa de suas conseqüências, ou seja, por causa de todos aqueles eventos , tanto externos quanto internos , que ocorrem após a ocorrência do comportamento, aumentando a probabilidade de aumentar ou diminuir a frequência do comportamento.

A avaliação dos consequentes estímulos que acompanham a sobrenutrição e a inatividade física implica ser capaz de determinar todos os eventos que ocorrem imediatamente ou de forma retardada após a emissão desses comportamentos e que podem facilitar sua manutenção.

Obesidade e comportamentos alimentares

É necessário identificar as consequências

Que são capazes de incentivar o surgimento de padrões alimentares e de actividade física adaptados. Por exemplo, comer demais, como a maioria dos comportamentos rotulados como vícios (fumar, beber), tem consequências imediatamente após a ingestão (sabor agradável da comida, redução da sensação de fome) enquanto suas consequências negativas ocorrem a longo prazo (ganho de peso, rejeição e isolamento social, problemas de saúde).

Este atraso no início das consequências negativas dificulta muitas vezes o controlo dos excessos alimentares, uma vez que as consequências imediatas têm uma influência maior no comportamento do que as consequências a longo prazo.

Por outro lado, a atividade física produz conseqüências negativas imediatas (fadiga, rigidez) que muitas vezes são aversivas e conseqüências positivas de longo prazo (maior resistência física, melhora das variáveis cardiovasculares). As contagens externas e internas mais relevantes a serem identificadas no processo de avaliação comportamental.

Obesidade e comportamentos alimentares

Isso permitirá que você planeje programas de redução de peso

Onde os reforços para consumo inadequado e comportamentos de atividade física são diminuídos e os reforços externos e autoimplementados são aumentados, para novos padrões de comportamento que produzem não apenas perda de peso, mas também manutenção a longo prazo.

Alguns autores (Perri e Richard, 1977; Rozensky e Bellack, 1974) descobriram que o auto-reforço dado às pessoas obesas por comportamentos adequados de ingestão é um dos melhores preditores de sucesso em um programa terapêutico.

Não queremos terminar a apresentação dos elementos que compõem a análise funcional da obesidade no quadro da avaliação comportamental sem mostrar a nossa surpresa pela ausência de estudos que sigam este modelo de avaliação. Apesar da longa tradição de tratamentos comportamentais para obesidade e da importância nesse contexto da relação entre avaliação e tratamento, poucos autores têm realizado esse tipo de análise.

Por exemplo, os trabalhos de García (1985), García e Saldaña (1986) e Saldaña e García (no prelo) mostram dados referentes à análise funcional do comportamento de ingestão de um grupo de obesos grandes em comparação com um grupo de indivíduos com peso normal.

Os resultados de estudos como estes são os que possivelmente irão identificar variáveis críticas que melhoram as mudanças obtidas através de programas de redução de peso comportamental.

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