Qual é a função da adrenalina

Olá gente, a Anna Paula e eu trabalho como gerente da filial da Emagrecentro no Jabaquara. Eu sou mãe e uma blogger nas horas vagas. Vivo uma vida ativa e muito saudável e sou apaixonada por novos desafios, este site é feito para você, aproveite…Hoje nos referimos a qual é a função da adrenalina, mas fique ligadinho, logo vai conhecer ainda mais

Uma das razões pelas quais alguns adaptogens tornaram-se muito populares (como o ginseng), é por causa de sua capacidade de dar energia ao corpo, superando ou adaptando-se a situações estressantes.

O estresse moderado pode ser necessário para a vida porque envolve o instinto de superar que desenvolvemos na maioria de nossas ações vitais.

Produz uma resposta hipotálamo que é transmitida à glândula pituitária e, a partir daí, estimula as glândulas adrenais, que secretam adrenalina e hormônios corticosteróides (especialmente o cortisol).

Qual é a função da adrenalina

Estas hormonas causam um aumento da frequência cardíaca

Aumentar os níveis de glicose no sangue e inibir a medula óssea para causar uma diminuição relativa na resposta imune (em vez de imunidade).

A adrenalina é o hormônio que, secretado pelas glândulas adrenais, desencadeia os mecanismos de defesa do organismo. A adrenalina coloca-nos em alerta. O problema surge quando a excessiva vida “adrenalínica” que carregamos nos obriga a consumir muito esse hormônio e diminuir nossas defesas.

A grande vantagem dos adaptogénios é devido ao aumento do estado de alerta, sem estimular a produção excessiva de adrenalina e outras hormonas como o cortisol.

Qual é a função da adrenalina

Sabias disso?

Curiosamente, muitas plantas usadas como adaptogens têm condições de vida muito duras, diríamos “estressantes”, já que muitas vezes vivem em climas ou solos pobres ou áridos e precisam de condições de força física significativa para superar condições adversas.

Dr. Filatov diz que tecidos estressados, sejam de plantas ou animais, produzem substâncias protetoras e estimulantes que podem ser removidos para uso médico.

O grupo de plantas adaptogénicas não está fechado. Dentro de pouco tempo veremos como certas plantas de uso comum, ou de introdução muito recente, serão acrescentadas às que descrevemos. Entre os que estão atualmente em estudo, e provavelmente se juntarão à lista, temos Kang-Jang, Hidrastis, Purple Basil, Angelica, Barberry, Burdock e Hypericum.

Como podemos ver, em alguns casos são plantas bastante vulgares, que necessitam de um estudo aprofundado no domínio da imunidade e da optimização da utilização da energia. Escusado será dizer que a selva amazônica é um verdadeiro recife de plantas ainda por descobrir.

Nesta sociedade tecnológica, em que os “milagres” são mais de tipo axiomático do que puramente médico, é possível que os adaptogens nos sejam apresentados como a redescoberta do “elixir da vida longa”. Não são certamente isso, mas podem ser um contributo, por vezes importante, para acrescentar vida aos anos, e anos à vida.

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